Hoje dia 21 de Junho de 2016, é sem duvida um dia histórico para a Freguesia de Guadalupe, pois foi inaugurada a loja do cidadão (RIAC).
independentemente de ter sido a ultima freguesia a ser contemplada, não podemos deixar de realçar esta conquista, mais uma, para a nossa Freguesia.
esta infraestrutura é sem duvida uma mais valia para Guadalupe, devido ao fato de vir simplificar e facilitar o dia a dia dos nossos concidadãos. Desde já , e em nome da Nossa Junta de Freguesia de Guadalupe, quero agradecer de um modo geral a todas as pessoas que tornaram este nosso sonho uma realidade.
quero também fazer um pedido especial a todos os Guadalupenses em particular e Graciosenses em geral que usem a nossa RIAC, para que tenha havido a pena o esforço e o investimento.
Foi assim dado mais um passo importante para o progresso na nossa Freguesia, que como podemos ver esta num bom caminho.

A Junta de Freguesia de Guadalupe, construiu ao lado da Casa do Povo de Guadalupe, um mini parque infantil, que veio colmatar a falta do anterior que ali se encontrava, tendo em conta a falta deste tipo de infraestruturas na nossa Freguesia e também na Ilha, para as nossas crianças, a Junta acha que este espaço, embora pequeno, veio dar outra dignidade à aquele lugar e também enriquecer a nossa Freguesia e ilha com mais um Parque infantil, para as crianças, não só Guadalupenses mas para todas as que por ali passam. 

Celestino Medina Melo, nascido a 18 de Agosto de 1926, era uma figura notável da Ilha Graciosa e um dos principais notáveis da Freguesia de Guadalupe.

Fez uma vida de comerciante, o seu estabelecimento situado no Barro branco, vendia um pouco de tudo, desde mercearia ate mesmo motos e bicicletas. Recebia todas as pessoas com toda a educação alegria e simpatia que só ele sabia ter, o seu estabelecimento também era lugar de convívio onde se discutia os problemas da ilha e da vida, e onde se cultivavam amizades, algumas dessas duradoiras ate ao fim da sua vida.

A 29 de Setembro de 1963, nascia a Filarmónica União Progresso de Guadalupe, sendo o senhor celestino um dos principais fundadores e também o primeiro presidente desta. Foi também músico fundador, mais propriamente de sax tenor, tendo tocado desde o primeiro dia da banda, ate a saúde o permitir. Com a música no coração, muito deu á sua filarmónica, tendo sido a sua ultima oferta, um sax tenor (instrumento que tocava) que ofereceu no jantar de natal desta em Dezembro de 2016.

Exerceu as funções de Presidente de Junta no período entre 1967 e 1975, tendo sido o presidente em funções na altura do 25 de Abril.

Grande adepto do Sporting Club de Guadalupe, onde também pertenceu a varias direcções, e também onde fazia questão em participar nas festas e bailes daquela sociedade.

Foi sem dúvida um homem que marcou uma geração no Guadalupe, batalhando numa altura onde a riqueza não era abundante e só com a força de todos se conseguia fazer alguma coisa.

Faleceu as 6:00 do dia 22 de Fevereiro de 2016, esta Junta de Freguesia quer deixar em jeito de homenagem e também de condolências a toda a sua família, um voto de pesar pelo desaparecimento de tão ilustre cidadão Guadalupense, que partiu para junto de Deus, mas que para sempre será lembrado nesta Freguesia, e nos nossos corações.

A Junta de Freguesia de Guadalupe em colaboração com as Obras Publicas, procedeu á construção de um chafariz no sitio do Tanque, a fim de facilitar o acesso à agua potável da nascente próxima, nascente essa que era muito procurada pela população local devido à qualidade da agua desta, e que o seu acesso não era o melhor visto o piso estar muito degradado.

Esta Junta resolveu manter a antiga torneira, logo quem preferir ir buscar agua como antigamente se fazia pode faze-lo. A Câmara Municipal da Graciosa também participou com a “criação” do ramal novo.

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O aviador polaco, pioneiro nas tentativas de atravessar o Atlântico entre a Europa e a América do Norte pelo ar, faleceu durante a sua segunda tentativa de atravessar o Atlântico, quando o avião Amiot 123 de nome “Marszałek Piłsudski” em que voava na companhia do navegador Kazimierz Kubala, foi obrigado a fazer uma aterragem de emergência nas proximidades do lugar da Brasileira, freguesia do Guadalupe.

O pilotos descolaram às 3:45 hora da madrugada do dia 13 de Julho de 1929, do campo de Le Bourget. Depois de terem voado 2 140 km, já sobre o Atlântico Norte central, por volta da 17:00 horas, o motor começou a perder rotações e a emitir ruídos e vibrações anormais.

Decidiram então aterrar na ilha do Faial, Açores, em cujas proximidades estariam. Iniciaram então a aproximação à ilha, com bom tempo, mas visibilidade reduzida. Já quando anoitecia, por volta das 21:00 horas (19:00 horas locais), a situação piorou e Idzikowski decidiu fazer uma aterragem de emergência o mais próximo de terra que lhe fosse possível.

Depois de terem sobrevoado por diversas vezes a ilha Graciosa, a maioria do tempo entre nuvens, optaram por aterrar num campo junto ao lugar da Brasileira, na freguesia do Guadalupe, na zona central da ilha. Estando já a anoitecer, o local escolhido foi inadequado, já que um conjunto de muros de pedra solta, alguns deles escondendo desníveis de mais de um metro, constituíam obstáculos que o avião dificilmente poderia atravessar.

Em resultado, o avião embateu num dos muros e capotou, ficando com os rodados para o ar. Na colisão Idzikowski ficou gravemente ferido e encarcerado nos destroços do avião enquanto Kubala sofreu apenas ferimentos ligeiros, saindo dos destroços pelos seus próprios meios.

A população local, então empenhada na ceifa e debulha do trigo, tinha visto o avião circundar a ilha várias vezes e apercebeu-se do acidente. Acorreram então em socorro dos pilotos, mas no processo de tentar desencarcerar Idzikowski, já noite escura, trouxeram um archote, o qual incendiou o avião, incinerando o piloto.

O corpo de Idzikowski foi levado para Santa Cruz da Graciosa onde aguardou a chegada do veleiro ORP Iskra, da marinha de guerra polaca, que o transportou para a Polónia. Foi sepultado com honras de Estado a 17 de Agosto de 1929 na Alei Zasłużonych do Cemitério de Powązkowsk de Varsóvia (Cmentarzu Powązkowskim w Warszawie), onde uma lápide funerária o recorda.

O major Ludwik Idzikowski recebeu a condecoração Virtuti Militari de 5.ª classe, a Krzyz Walecznych (três vezes), a Cruz Dourada de Mérito (Złotym Krzyżem Zasługi) e a cruz de oficial da Ordem da Polonia Restituta (Krzyżem Oficerskim Orderu Odrodzenia Polski).

É com imensa pena que vemos cair uma das mais importantes árvores da nossa ilha e da nossa Freguesia de Guadalupe. O velho DRAGOEIRO (sangue-de-leão), árvore centenária plantada poucos anos depois da inauguração da Igreja de Santo António da Vitória, no adro da mesma, à sombra dele, muitos de nós se criaram, agora fica a memória. Esta arvore, tem-se vinda a “degradar” a pouco e pouco com a queda de ramificações grandes, tendo-se tentado evitar o pior com tubos de ferro, mas infelizmente o ultimo temporal, partiu-a a meio, deixando em pé apenas algumas ramificações que estavam colocando em risco eminente a Igreja e os frequentadores desta, assim, e não havendo alternativa foi decidido o seu abate. Um agradecimento especial ao Serviço Florestal da Graciosa, as Obras Publicas, Câmara Municipal e a Junta de Freguesia do Guadalupe que apoiou com o transporte da mesma.

É com muita tristeza que vemos o desaparecimento de um dos símbolos da nossa Freguesia.

A Dracaena draco L., conhecida pelo nome comum de dragoeiro, é uma planta da classe Liliopsida, ordem Asparagales, família dasRuscaceae.

(Dracaenaceae) originária da região biogeográfica atlântica da Macaronésia, onde é nativa dos arquipélagos das Canárias,Madeira e Açores, ocorrendo localmente da costa africana vizinha e em Cabo Verde. Pode atingir centenas de anos de idade, produzindo árvores de grandes dimensões. Apesar de comum e muito apreciado como planta ornamental em jardins daqueles arquipélagos, o dragoeiro encontra-se vulnerável no estado selvagem devido à destruição do seu habitat. A sua abundância varia entre relativamente comum nas Canárias a raro na ilha da Madeira e na maioria das ilhas açorianas.

Árvore que pode ultrapassar os 15 m de altura, de tronco robusto de material fibroso facilmente putrescível, de contorno irregular com até

5 m de diâmetro, com ramificação umbeliforme. Ritidoma de cor acinzentada, marcado por cicatrizes foliares e em geral fortemente fendilhado e com extensas porções secas e soltas. Ramificação dicotómica após o surgimento da inflorescência terminal, produzindo uma copa ampla em forma de umbela de contorno circular.

O dragoeiro deve o seu nome à cor da sua seiva, que depois de oxidada por exposição ao ar forma uma substância pastosa de cor vermelho vivo que foi comercializada na Europa com o nome do sangue-de-dragão ou drago. O sangue-de-dragão atingia elevados preços, sendo a sua origem conservada no mistério por muito tempo. Era utilizado em fármacos (sob o nome de sanguis draconis) e em tinturaria, constituindo nos tempos iniciais de povoamento europeu da Macaronésia, em especial das Canárias, um importante produto de exportação.

Hoje dia 29 de Abril de 2017, é sem duvida um dia histórico não só para a Freguesia de Guadalupe como para a Ilha Graciosa, pois pela primeira vez na Historia, uma equipa de Guadalupe é campeão da serie Açores de Futebol sénior. É um feito que para nos Guadalupenses, nos enche de alegria e de orgulho, esta é uma vitória que penso que um pouco por toda a ilha, é festejada.

Esta junta de Freguesia quer assim dar os parabéns ao presidente e restante direcção do Sporting Clube de Guadalupe, à equipa técnica liderada por um treinador Graciosense o que ainda engrandece mais o feito conseguido, o senhor JIMMY CUNHA, e sem duvida a todos os guerreiros leoninos, ou seja os jogadores, que tal como seu treinador, mostraram o que é suar a camisola.

Uma palavra muito especial também a toda a massa adepta do SCG, pelo desportivismo e fairplay que mostrou ter ao longo desta época, a todos vós o nosso muito OBRIGADO.